Geral

Matarazzo encontra dificuldades para reabertura

Por Pedro Ferreira
17/11/2006 07:18
Atualizado em 19/09/2017 14:42
Licença:
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional

A CIMPOR (Cimentos de Portugal), empresa multinacional que possui a concessão para exploração da mina de calcário no Distrito de Matarzzo em Pedro Osório, esteve representada na Câmara de Vereadores pelos Engenheiros e Diretores, senhores Jorge Mader, Milton Müler e Antônio Figueredo, representantes da DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral) senhores Mário Bertol e Sérgio Bizzarro César, assim como representando o Legislativo Estadual, Deputada Mirian Marroni e do Executivo Municipal representado pelo Prefeito Dr. Moacir O. Alves. A reunião foi á pedido do Vereador Álbio Nobre no sentido de obter informações sobre quando começarão os trabalhos de extração de calcário e quais empecilhos para tal.

Continuar lendo

Publicidade

A CIMPOR (Cimentos de Portugal), empresa multinacional que possui a concessão para exploração da mina de calcário no Distrito de Matarzzo em Pedro Osório, esteve representada na Câmara de Vereadores pelos Engenheiros e Diretores, senhores Jorge Mader, Milton Müler e Antônio Figueredo, representantes da DNPM (Departamento Nacional de Produção Mineral) senhores Mário Bertol e Sérgio Bizzarro César, assim como representando o Legislativo Estadual, Deputada Mirian Marroni e do Executivo Municipal representado pelo Prefeito Dr. Moacir O. Alves. A reunião foi á pedido do Vereador Álbio Nobre no sentido de obter informações sobre quando começarão os trabalhos de extração de calcário e quais empecilhos para tal.

As obras já estão quase prontas, faltando apenas a fiação elétrica e os motores para o começo de extração de brita, no entanto, ainda falta a liberação de operação (LO), que trata-se de uma liberação fiscal da qual a empresa tem encontrado dificuldades para conseguir, pois a extração mineral por empresas multinacionais estrangeiras é dificultada em virtude de que toda a metade sul do Estado é considerada área de fronteira.

Nesta reunião foram citados dados interessantes pelos representantes da CIMPOR, como o número aproximado de empregos gerados na mina, que deverá variar entre oito e doze postos, da inviabilidade financeira da extração do calcário para cimento, portanto, será extraído somente brita de calcário, da qual já existe uma encomenda de 60 mil toneladas destinadas a obras em cidades vizinhas. E mesmo com uma área de 480 hectares para exploração, a instalação de uma fábrica no município é absolutamente inviável, pois a jazida teria que possuir uma reserva prevista para exploração de no mínimo 50 anos.